
Depoooooois de passar exatas O7:30 fazendo o maldito trabalho de Química, descobri que minha mente está exausta. Mas que é que tem demais nisso? Significa que o trabalho foi bem feito, não é? Minhas mãos doem; faz tempo que não doem desse jeito. Talvez seja porque eu me esforcei.
Parei para refletir, neste pouco tempo que tenho para postar no blog (e tirar as teias, claro)... Sabem, ultimamente eu andei brigando com muita gente. Quer dizer, eles tem brigado comigo. O motivo? Ah, eu não sei. Talvez seja porque eu estou “mudando demais”, segundo meus amigos e colegas. A maioria diz que é para melhor – dizem que me tornei mais sociável, mais extrovertida -- ; outros acham que é para pior – o motivo o qual eu desconheço.
Mas, querem saber? Eu estou feliz. Apesar de tantos baques, de tanta dor e passar dias e horas à fio chorando sem parar, descobri que não posso agradar todo mundo. É por isso que faço o possível e o impossível para agradar meus amigos. ... Só a opinião deles conta, sabe?
Eu gostaria que não existissem mudanças... Mudar dói tanto. Digo.. Eu já chorei tanto, tanto. Porque o faria ainda mais? Chorar porque perdi um amigo, ao invés de correr atrás e tentar recuperá-lo? Não; respeito sua vontade.
“Plante seu jardim ao invés de esperar que alguém lhe traga flores”, William Shakespeare bem dizia. Mas ele está certo.
“Qualquer coisa que você for fazer na vida, será insignificante. Mas é muito importante que você o faça!”, já dizia Ghandi.
No fim, ambos estão corretos. Não faz sentido viver “à toa”. Eu não tenho um motivo pra viver, é verdade. Mas... Bom... Eu posso tentar aprender a viver, primeiro, e depois encontrar um motivo, não é? Eu nasci para proteger. É tudo o que eu sei. É só o que sei.
Acho que isso é meio contraditório, mas gosto.
“ ‘Foram só dias ruins... Essa tempestade logo passa, eu prometo’, eu lhe disse.
Ele sorriu, aconchegando-se em meus braços e fechando os olhos. Parecia um anjo. Tão tão doce!
‘Mas nós vamos ser amigos para sempre, não vamos?’, perguntei.
Ele não me respondeu de imediato. Mas no fim acabou por virar-se novamente para mim, abrir seus olhos tão profundos, e murmurar um ‘Eu não sei, para sempre é tanto tempo’.
Essas palavras destruiram meu coração, e confesso que perdi o ar por alguns instantes. Acabei sorrindo, aproximando meu rosto e roçando meu nariz no dele. Alegre, respondi-lhe um “Eu gosto de não saber”, e deixei que ele se perdesse em seus tão doces sonhos... Sonhos os quais não me pertenciam, mas eu gostava de mentir para mim. Sempre preferi a fantasia à realidade. ”
By: L.Cotta
... Mas eu gosto de não saber. Caso contrário, ele, o meu tão querido amigo, não seria alguém tão especial.
Um grande beijo,
Letícia Cotta.
Nenhum comentário:
Postar um comentário