
Olhando assim, por vezes inquieto e infeliz, reflito sobre as coisas que já fiz. Más e boas, intencionais ou não.
Já não me basta que os dias passem lentamente, por hora ainda tenho de aguentar o tic e tac incompreensivo do tempo.
E, como se não bastasse, ao ver meu reflexo a única frase em que consigo pensar é "O que eu sou?". E assim como as folhas do outono, que caem sobre esse pequeno rio, tudo o que consigo fazer é correr contra o tempo. A cada caça, a garantia de que sobreviverei. E a cada reflexo analisado e interpretado, penso hoje "Não temo a nada!"
Não temo a nada senão o próprio medo.
E quando diabos saberei como enfrentá-lo?
Feito por: L.Cotta
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