sexta-feira, 14 de agosto de 2009

A flor, a tinta, o retrato.

"Sabe quando você acha que é insuficiente? Quando você acha que é totalmente inútil, e que ninguém sente sua falta? Sabe quando você só queria um momento de amor, em sua vida tão ridícula? A manhã e as nuvens no céu são tão lentas, como se fossemos obrigados a respeitar o seu tempo. Mas, nós realmente somos obrigados a isso? Somos obrigados a respeitar o tempo de alguém, seu íntimo (emocional e físico), quando essa pessoa não está sendo boa ou suficiente para você? Sabe quando você sente vontade de chorar, mas quer mostrar que é forte? Sabe quando você se magoa tão facilmente, só por não ter a presença dele para te reconfortar? Quando você se sente sozinha, insignificante. Uma inútil frente a todos. Você se anula, aceita que passem por cima, se limpem e cuspam. Então descobre que é o tipo da pessoa que tem talento, mas não sabe aproveitá-lo. Descobre uma utilidade para esse seu corpo e mente tão desgastados. Mas, não tem uma oportunidade.
Então você volta à estaca zero. Chora, chora, chora, chora. E dorme.
Dorme de tanto chorar. Dorme de cansaço. Cansada dessa vida injusta, ridícula.
Você voltaria à superfície, à realidade? Você acordaria do paraíso para viver o inferno?
Você acordaria do inferno, que se transformaria em paraíso perante à realidade?
Não, você não acordaria. Porque é um rato. A pessoa mais covarde do universo.
Que nem um meado de esperança tem mais. Que desiste facilmente.
Você é um lixo, mas por desistir. Sim, você é."

Embora o que ela tenha lhe dito possa parecer cruel e duro, ela já disse isso a si milhões e milhões de vezes...
[Feito por: L.Cotta]


Inspirado na introdução de:
http://www.youtube.com/watch?v=TpXA3NUB6Sc

Um comentário:

  1. Nussaa xuxuh q q isu agora emocionei d++

    escreveuuu mtooO!!!!!!!

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