"Durma, meu pequeno bebê. Minha voz nada pode além de aconchegar-te.
Durma, meu pequenino. Vá para seu refúgio feliz. (Pois bem sei o inferno que vivemos)
Durma, meu pequeno bebê. Durma, meu pequeno bebê. Pois seus sonhos são felizes.
E por mais que você me odeie e deseje minha morte, a cada dia que passa, eu ainda te amo. Pois é a minha única lembrança dele. Meu pequeno botão, que vive na sombra das grandes flores da primavera. Oh, eu pequeno botão...
Durma, durma meu pequenino. Sinta o amor e minha voz.
Eu terei seus pesadelos, se isso significar que você pode dormir feliz.
Eu terei seus pesadelos, se isso significar que você pode dormir.
Eu terei sua insônia, se isso significar que você pode descansar.
Durma, apenas durma, meu pequeno botão de rosa..."
"E ela me embalou, com sua voz doce.
'Durma, durma, durma, meu pequenino', ela repetia. Seus movimentos eram ridículos, mas eu os amava. Amava estar confortado aqui, em seus frágeis bracinhos.
Não importava que ela não dormisse, contanto que eu a fizesse feliz. Não importaria que ela tivesse meus pesadelos, se EU pudesse alegrá-la após o amanhecer.
Ela me embalou, com sua doce voz. Sua doce voz, sua doce voz, sua doce voz...
Eu podia sentir seu coração partido em mil pedacinhos.
Eu odiava essa dor que ela sentia, queria arrancá-la.
...Mas eu não podia.
Eu era totalmente inútil. Então chorei. ...E isso a feriu ainda mais.
Eu odiava aquela mulher, de tão frágil que era.
Eu a protegeria, se isso significasse que, um dia, ela poderia dormir em paz. Eu a protegeria, se isso significasse que, um dia, ela poderia dormir em paz.
Eu a protegeria, tal como a grande árvore que protege o pequeno botão de rosa, do forte Sol do verão."
(By: L. Cotta)
Inspirado em:
http://www.youtube.com/watch?v=ovS4C9LPNQ0
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