Minha mente oscilava – o real e o faz-de-conta estavam postos.
Meu corpo doía – ele tentava distinguir um do outro.
Era certo, era errado? Eu não sabia, mas eu queria.
Tudo o que eu sempre desejei, foi repartir meus desejos.
O rouxinol fora morto – suas asas arrancadas.
Céus, como meus sonhos voarão agora?
Quem carregará a pura alegria, e meu fio de sangue,
Quando eu não estiver presente?
Você, reles mortal?
Eu não confio em você.
Só há uma pessoa que confio.
Sabe quando você se sente substituída, trocada, por aquilo que mais desejou a vida inteira?
Eu me sinto assim.
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