"Te amo tanto, que meus lábios já não são capazes de tais palavras pronunciar.
Te amo tanto, que meus lábios gritam pelos teus. Insanamente.
Dentes que querem lhe morder. Tão lenta e prazerosamente que poderia ser confundido com dor.
Pernas que anseiam nas tuas roçar. Lábios sussurram, em teu ouvido.
E se eu lhe dizer que te amo tanto que não sou capaz de não obedecer? E se, ao invés de estrelas lhe dar ou mudar, eu te recitar poemas... e dizer que te espero eternamente?
E se eu confiar em você? ... Você confiaria em mim?"
(By: L. Cotta)
terça-feira, 31 de março de 2009
Um pedido.
"Socorro,
Estou me destruindo aos poucos.
Eu não sei viver, preciso de ajuda.
Eu não sei amar, pois não sei ser a própria guia de meu corpo.
Eu farei um mapa, que o/a levará à meu coração.
Socorro, estou morrendo.
Morrendo de dor, de amor, de angústia, de tristeza.
Mas, morrendo.
Como se cada palavra escrita fosse uma estaca perfurando meu pequeno e frágil coração...
Indefeso.
Mas escondido atrás da muralha quase impenetrável.
Se essa muralha for, um dia, descoberta ou quebrada, eu irei cair em meio ao oceano. Em suas ondas. Sem me lembrar de como nadar.
... E eu não irei voltar à superfície, pois esperarei eternamente por alguem para me salvar.
Decifra-me."
(By: Letícia Cotta)
Estou me destruindo aos poucos.
Eu não sei viver, preciso de ajuda.
Eu não sei amar, pois não sei ser a própria guia de meu corpo.
Eu farei um mapa, que o/a levará à meu coração.
Socorro, estou morrendo.
Morrendo de dor, de amor, de angústia, de tristeza.
Mas, morrendo.
Como se cada palavra escrita fosse uma estaca perfurando meu pequeno e frágil coração...
Indefeso.
Mas escondido atrás da muralha quase impenetrável.
Se essa muralha for, um dia, descoberta ou quebrada, eu irei cair em meio ao oceano. Em suas ondas. Sem me lembrar de como nadar.
... E eu não irei voltar à superfície, pois esperarei eternamente por alguem para me salvar.
Decifra-me."
(By: Letícia Cotta)
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